top of page

Mais educação para meninas





“A única coisa que quero fazer é ir à escola. E ir à escola, não é crime. É um direito meu”. Essa é uma fala da jovem Malala, que impressionou o mundo com sua história de vida. As mulheres não possuem o direito a sua própria educação.


Em primeira instância, não precisamos ir muito longe em busca de uma realidade tomada pela falta de inclusão de mulheres na Educação. No Brasil, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), as mulheres têm 7,7 anos escolares em média, enquanto os homens, 8. Nesse contexto, a tradição de inferioridade feminina torna-se excludente no desenvolvimento de jovens. Desta forma, os preconceitos tradicionais patriarcais não auxiliam em um futuro melhor a todos.


Em segunda instância, infelizmente, isso é estimulado desde da infância com palavras amenizadas: o casamento é a melhor coisa do mundo, para não seguir a faculdade que gostam porque é uma profissão de meninos, assédios morais/sexuais/étnicos e falas preconceituosas generalizadas, que desmotivam crianças em busca de uma condição educacional melhor.


A fim de diminuir essa disparidade de gênero, devemos criar projetos voltados à independência e ao feminismo e aulas sobre mulheres em profissões tradicionalmente “masculinas”. Sendo assim, ajudem uma menina a trilhar seu próprio caminho porque queremos o direitos iguais entre todos.



Referências bibliográficas:

Paiva, Thais. Título: Como a desigualdade de gênero se manifesta na educação de meninas. Centro de Referências em Educação Integral, 2018. Disponível em: https://educacaointegral.org.br/reportagens/como-a-desigualdade-de-genero-se-manifesta-na-educacao-das-meninas/


Cláudio Eduardo R. Alves, Maria Ignez C. Moreira e Juliana G. Jayme. Título: Desigualdade de gênero na educação. PUC Minas. Disponível em: http://www.revista.pucminas.br/materia/desigualdade-de-genero-na-escola/


Melo Conceição, Ideojane, Souza dos Santos, Elis. Título: GÊNERO, EDUCAÇÃO E DESIGUALDADE: IMPLICAÇÕES DE UMA EDUCAÇÃO PARA IGUALDADE. 10 páginas - 10 encontro internacional de formação de professores.


BAIRROS, L. Nossos feminismos revisitados. Revista Estudos Feministas. N. 02, 1995, p. 458-463.


BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos: apresentação dos temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1998. CANDAU, V. M. (org.). Somos tod@s iguais? Escola, discriminação e educação em direitos humanos. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.


77 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo
bottom of page